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	<title>Arquivos Pensão por morte - Domitila Machado - Aposentadoria</title>
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	<description>Advocacia Previdenciária - Aposentadoria</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Mar 2026 18:56:06 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Pensão por morte - Domitila Machado - Aposentadoria</title>
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		<title>Contribuição pós-óbito garante pensão por morte? Entenda quando é possível</title>
		<link>https://dmprev.com.br/2026/03/30/contribuicao-pos-obito-pensao-por-morte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domitila Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 18:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Pensão por morte]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[#INSS]]></category>
		<category><![CDATA[como recuperar qualidade de segurado]]></category>
		<category><![CDATA[complementação de contribuições INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Direito previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[pensão por morte negada]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de segurado INSS]]></category>
		<category><![CDATA[revisão de benefício INSS]]></category>
		<category><![CDATA[segurado facultativo baixa renda]]></category>
		<category><![CDATA[tema 286 TNU pensão por morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contribuição pós-óbito garante pensão por morte? Entenda quando é possível A negativa de pensão por...</p>
<p>O post <a href="https://dmprev.com.br/2026/03/30/contribuicao-pos-obito-pensao-por-morte/">Contribuição pós-óbito garante pensão por morte? Entenda quando é possível</a> apareceu primeiro em <a href="https://dmprev.com.br">Domitila Machado - Aposentadoria</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Contribuição pós-óbito garante pensão por morte? Entenda quando é possível</h1>
<p>A negativa de pensão por morte por “falta de qualidade de segurado” é uma das situações mais comuns enfrentadas por dependentes no INSS. Muitas vezes, o órgão entende que o falecido não mantinha vínculo ativo com a Previdência no momento do óbito — o que, em tese, impediria a concessão do benefício.</p>
<p>No entanto, essa análise nem sempre é feita de forma completa.</p>
<p><strong>Você está passando por isso ou conhece alguém nessa situação?</strong><br />
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<p>&#8212;</p>
<h2>O que é qualidade de segurado e por que ela é importante?</h2>
<p>A qualidade de segurado é a condição que permite ao trabalhador ou contribuinte ter acesso aos benefícios previdenciários.</p>
<ul>
<li>Estar contribuindo para o INSS;</li>
<li>Estar no período de graça;</li>
<li>Ou já ter direito adquirido a benefício.</li>
</ul>
<p>&#8212;</p>
<h2>Quando a pensão por morte é negada indevidamente?</h2>
<p>Na prática, muitos indeferimentos acontecem porque:</p>
<ul>
<li>O INSS desconsidera contribuições com valor inferior;</li>
<li>Existem falhas no CNIS;</li>
<li>Contribuições como facultativo de baixa renda não são validadas;</li>
<li>Não há análise de complementação.</li>
</ul>
<p><strong>Atenção:</strong> isso não significa que você não tem direito.</p>
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<p>&#8212;</p>
<h2>É possível complementar contribuições após o óbito?</h2>
<p>Sim. A lei permite complementar contribuições feitas com valor abaixo do mínimo.</p>
<ul>
<li>Exemplo: contribuição de 5%</li>
<li>Pode ser complementada para 11%</li>
<li>E passa a valer para todos os fins</li>
</ul>
<p><strong>Importante:</strong> essa complementação pode ser feita após o falecimento.</p>
<p>&#8212;</p>
<h2>Quem pode fazer a contribuição pós-morte?</h2>
<p>Os dependentes podem regularizar as contribuições, desde que:</p>
<ul>
<li>O pagamento tenha sido feito em vida;</li>
<li>Seja possível comprovar;</li>
<li>Exista diferença a complementar.</li>
</ul>
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<p>&#8212;</p>
<h2>O que diz a Justiça (Tema 286 da TNU)?</h2>
<ul>
<li>É possível complementar após o óbito;</li>
<li>Os dependentes podem fazer isso;</li>
<li>Erros formais não impedem o direito.</li>
</ul>
<p>&#8212;</p>
<h2>Existe prazo para regularizar?</h2>
<p>Não há prazo limite definido.</p>
<ul>
<li>Mesmo após negativa;</li>
<li>Mesmo com o tempo passando;</li>
<li>O caso ainda pode ser revisado.</li>
</ul>
<p>&#8212;</p>
<h2>Como isso pode garantir a pensão?</h2>
<p>Com a complementação:</p>
<ul>
<li>As contribuições passam a ser válidas;</li>
<li>A qualidade de segurado pode ser restabelecida;</li>
<li>O benefício pode ser concedido.</li>
</ul>
<p><strong>Muitos benefícios negados podem ser revertidos.</strong></p>
<p>&#8212;</p>
<h2>Erros comuns que fazem você perder o direito</h2>
<ul>
<li>Achar que a negativa do INSS é definitiva;</li>
<li>Não revisar o CNIS;</li>
<li>Ignorar a possibilidade de complementação;</li>
<li>Não buscar orientação especializada.</li>
</ul>
<p>&#8212;</p>
<h2>FAQ – Dúvidas frequentes</h2>
<h3>Posso pagar contribuição depois que a pessoa faleceu?</h3>
<p>Não. Apenas complementar valores já pagos em vida.</p>
<h3>O INSS faz isso automaticamente?</h3>
<p>Não. É preciso solicitar ou revisar.</p>
<h3>Precisa de advogado?</h3>
<p>Não é obrigatório, mas aumenta muito as chances de sucesso.</p>
<p>&#8212;</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A contribuição pós-óbito é, na verdade, a regularização de contribuições feitas em vida.</p>
<p>Ela pode ser a chave para:</p>
<ul>
<li>Recuperar a qualidade de segurado;</li>
<li>Corrigir erros no histórico;</li>
<li>Garantir a pensão por morte.</li>
</ul>
<p><strong>Se houve contribuição, pode existir direito.</strong></p>
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		<title>&#8220;Meu filho faleceu, posso receber pensão por morte?&#8221;</title>
		<link>https://dmprev.com.br/2022/10/10/meu-filho-faleceu-posso-receber-pensao-por-morte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domitila Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 19:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pensão por morte]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[#aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[#beneficioprevidenciario]]></category>
		<category><![CDATA[#contribuicaoinss]]></category>
		<category><![CDATA[#INSS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma dúvida muito comum são os casos em que o filho vem a falecer, e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dúvida muito comum são os casos em que o filho vem a falecer, e os pais, que dependiam financeiramente dele, não sabem se podem receber o benefício de pensão por morte.</p>
<p>Essa resposta vem com o famoso &#8220;depende’’ no direito. Exato, vai depender de algumas circunstâncias que iremos detalhar em seguida.</p>
<p>Para proteger os dependentes dos trabalhadores, a Previdência Social criou a pensão por morte. Trata-se de um benefício destinado a garantir o sustento daqueles que perderam seu familiar e que dependiam diretamente dele. Entretanto, isso não significa que qualquer pessoa poderá receber o benefício, pois existem vários requisitos a serem cumpridos, fixados em lei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Mas então, o ascendente (pai/mãe) poderá receber pensão por morte de filho? </strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>A resposta é sim! Mas isso depende de alguns fatores. Vamos entender melhor sobre essas possibilidades e sobre <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm#:~:text=%C2%A0%C2%A0%C2%A0%C2%A0%C2%A0%20%C2%A0%C2%A0%C2%A0%20(Vig%C3%AAncia)-,II%20%2D%20os%20pais,-%3B">quem</a> pode receber o benefício. Para facilitar a explicação, <em>iremos dividir essas pessoas por grupos. </em></p>
<p><strong> </strong></p>
<h6><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm#:~:text=I%20%2D%20o%20c%C3%B4njuge%2C%20a%20companheira%2C%20o%20companheiro%20e%20o%20filho%20n%C3%A3o%20emancipado%2C%20de%20qualquer%20condi%C3%A7%C3%A3o%2C%20menor%20de%2021%20(vinte%20e%20um)%20anos%20ou%20inv%C3%A1lido%20ou%20que%20tenha%20defici%C3%AAncia%20intelectual%20ou%20mental%20ou%20defici%C3%AAncia%20grave%3B%C2%A0"><strong>GRUPO 01</strong></a></h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>É o caso do cônjuge (esposo/esposa) ou companheiro (nos casos de união estável) e os descendentes, quais sejam: o filho menor de 21 anos que não esteja emancipado e o filho maior de 21 anos que tenha deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave (com comprovação através de laudos médicos).</p>
<p>Para esse grupo, <strong>não há necessidade de comprovar a dependência econômica</strong>, pois ela é presumida aqui.</p>
<p>Mas atenção para aqueles que viveram em união estável sem ela nunca ter sido formalizada: s<em>e você não possui uma declaração de União Estável, será necessário apresentar uma maior quantidade de provas para o INSS para comprovar a união. São exemplos dessas provas contas bancárias em conjunto, comprovantes de mesmo endereço, plano de saúde com um dos companheiros como dependentes, fotos do casal, dentre outros.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm#:~:text=%C2%A0%C2%A0%C2%A0%C2%A0%C2%A0%20%C2%A0%C2%A0%C2%A0%20(Vig%C3%AAncia)-,II%20%2D%20os%20pais%3B,-III%20%2D%20o%20irm%C3%A3o"><strong>GRUPO 02</strong></a></h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>É o caso dos pais do falecido, ou, como tecnicamente chamamos, os ascendentes diretos.</p>
<p><em>Chegamos no grupo alvo da principal dúvida deste artigo! </em></p>
<p>Mas atenção: esse grupo só receberá pensão por morte se o falecido não tiver <strong>NINGUÉM </strong>do grupo 01!</p>
<p>Ou seja, o pai ou a mãe só terão direito a esse benefício em caso de ausência de cônjuge e filhos do falecido!</p>
<p>Além disso, <strong>a dependência econômica não é presumida,</strong> como ocorre para as pessoas do primeiro grupo. Os pais ainda terão que <strong>comprovar que dependiam financeiramente do filho falecido</strong>.</p>
<p>Essa comprovação poderá ser feita através de documentos, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Extrato bancário que conste transferência de renda do filho para o pai ou mãe</li>
<li>Comprovante de pagamento de despesas médicas</li>
<li>Comprovantes em nome do falecido que conste pagamento de água/ luz do pai ou mãe</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm#:~:text=III%20%2D%20o%20irm%C3%A3o%20n%C3%A3o%20emancipado%2C%20de%20qualquer%20condi%C3%A7%C3%A3o%2C%20menor%20de%2021%20(vinte%20e%20um)%20anos%20ou%20inv%C3%A1lido%20ou%20que%20tenha%20defici%C3%AAncia%20intelectual%20ou%20mental%20ou%20defici%C3%AAncia%20grave%3B%C2%A0%C2%A0"><strong>GRUPO 03</strong></a></h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>É o caso do irmão menor de 21 anos que não esteja emancipado, ou do irmão maior de 21 anos que tenha deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave.</p>
<p>Seguindo a regra do grupo 02, os irmãos só receberão a pensão por morte na ausência das pessoas de ambos os grupos 01 e 02. Isto é, o falecido não pode ter deixado cônjuge ou companheiro, filhos dependentes e nem pais dependentes!</p>
<p>Eles também <strong>precisarão comprovar a dependência econômica</strong> do irmão falecido. Pode parecer situação distante, mas é muito comum para aqueles que possuem a guarda do irmão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Todo filho pode deixar pensão para os pais?</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para que o benefício seja concedido, existe outro requisito muito importante: o filho que vem a falecer deve ser segurado do INSS. Ou seja, é necessário que ele tenha trabalhado e contribuído para a Previdência Social.</p>
<p>Outro ponto importante é que essa contribuição para o INSS tenha ocorrido no período de 12 meses antes da data do óbito. Esse período pode chegar a 24 meses, caso se comprove que o filho estava desempregado, e até 36 meses meses, caso, além do desemprego, ele já tenha feito mais de 120 contribuições para o INSS.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Logo, analisando tudo que foi dito até aqui, podemos concluir que é possível que os pais recebam a pensão por morte do seu filho. Para isso, os pais devem se encaixar nas condições trazidas acima, ou sejam, desde que seu filho não tenha deixado dependentes do grupo 01, e que seja comprovada a dependência financeira. Além disso, o filho tem que ser contribuinte do INSS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De toda forma, é muito importante consultar uma advogada especialista para analisar o caso e oferecer as melhores orientações e caminhos para conseguir o benefício.</p>
<p>Então fica a dica de sempre: <strong>consulte sempre uma advogada especialista!</strong></p>
<p>Quer saber mais? Então<a href="https://dmprev.com.br/quillforms/consulta-online/"><strong> clique aqui </strong></a>para agendar uma consulta jurídica e tirar suas dúvidas!</p>
<p>Muito obrigada e até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Maria Laiara Olímpio Félix</p>
<p>OAB/CE 47.782</p>
<p>O post <a href="https://dmprev.com.br/2022/10/10/meu-filho-faleceu-posso-receber-pensao-por-morte/">&#8220;Meu filho faleceu, posso receber pensão por morte?&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://dmprev.com.br">Domitila Machado - Aposentadoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>Pensão por morte de LOAS: é possível?</title>
		<link>https://dmprev.com.br/2022/09/26/quem-recebe-loas-deixa-pensao-por-morte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domitila Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 20:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pensão por morte]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://dmprev.com.br/2022/09/26/quem-recebe-loas-deixa-pensao-por-morte/">Pensão por morte de LOAS: é possível?</a> apareceu primeiro em <a href="https://dmprev.com.br">Domitila Machado - Aposentadoria</a>.</p>
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		<p>Recentemente aqui no escritório tivemos um processo muito interessante de pensão por morte, e que resolvi compartilhar com vocês!</p>
<p>Mas antes de falar sobre o caso em si, é importante esclarecermos o que é e quem tem direito a esse beneficio!</p>
<h3>O que é a pensão por morte?</h3>
<p>É um benefício pago aos dependentes daquele que contribui para o INSS e que vier a falecer, estando aposentado ou não, nos termos da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm#:~:text=Art.%20201.%20A%20previd%C3%AAncia%20social%20ser%C3%A1%20organizada%20sob%20a%20forma%20do%20Regime%20Geral%20de%20Previd%C3%AAncia%20Social%2C%20de%20car%C3%A1ter%20contributivo%20e%20de%20filia%C3%A7%C3%A3o%20obrigat%C3%B3ria%2C%20observados%20crit%C3%A9rios%20que%20preservem%20o%20equil%C3%ADbrio%20financeiro%20e%20atuarial%2C%20e%20atender%C3%A1%2C%20na%20forma%20da%20lei%2C%20a%3A%C2%A0%C2%A0%C2%A0">Constituição Federal.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quem tem direito à pensão por morte?</h3>
<p>Possui direito a esse benefício <strong>o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho</strong> <strong>menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido</strong>, ou que tenha deficiência intelectual ou mental ou grave.</p>
<p>Caso a pessoa que veio a óbito <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm#:~:text=%C2%A7%201%C2%BA%C2%A0A%20exist%C3%AAncia%20de%20dependente%20de%20qualquer%20das%20classes%20deste%20artigo%20exclui%20do%20direito%20%C3%A0s%20presta%C3%A7%C3%B5es%20os%20das%20classes%20seguintes.">não possua nenhum dos dependentes acima</a>, a pensão, nesse caso, poderá ficar para os seus <strong>pais, <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm#:~:text=%C2%A7%204%C2%BA%C2%A0A%20depend%C3%AAncia%20econ%C3%B4mica%20das%20pessoas%20indicadas%20no%20inciso%20I%20%C3%A9%20presumida%20e%20a%20das%20demais%20deve%20ser%20comprovada">se comprovar dependência financeira</a>.</strong></p>
<p>Se o falecido também não possuir os pais como dependentes, a pensão poderá ficar para o irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave. Nesse caso também deverá ser comprovada<strong> <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm#:~:text=%C2%A7%204%C2%BA%C2%A0A%20depend%C3%AAncia%20econ%C3%B4mica%20das%20pessoas%20indicadas%20no%20inciso%20I%20%C3%A9%20presumida%20e%20a%20das%20demais%20deve%20ser%20comprovada">dependência financeira.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quem pode deixar pensão por morte?</h3>
<p>Toda pessoa que contribua para o INSS, seja como empregado, autônomo, trabalhador rural, dentre outros, poderá deixar o benefício de pensão por morte para seus dependentes em caso de óbito.</p>
<p>Além disso, a pessoa que está aposentada ou recebendo algum outro benefício previdenciário também deixará esse benefício para seus dependentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>E por que o LOAS, em regra, não dá direito à pensão por morte?</h3>
<p>Porque o LOAS (ou benefício de amparo assistencial ao idoso ou à pessoa com deficiência) é concedido para aqueles que não trabalham e não contribuem para o INSS. Ele é um benefício da Assistência Social, e não da Previdência, e por isso <strong>não gera direito à pensão por morte.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mas existem exceções?</h3>
<p>Sim, existem! Mas as exceções não são do LOAS em si, mas sim do fato de a pessoa que recebia o LOAS possuir direito a um benefício da Previdência Social.</p>
<p>É o caso, por exemplo, de pessoa que recebia o LOAS por deficiência, mas que na verdade possuía direito de receber uma aposentadoria por invalidez, pois já tinha contribuído para o INSS.</p>
<p>Outra hipótese é a pessoa que já possuía o direito de se aposentar pelo INSS, mas nunca pediu a aposentadoria, e recebia o LOAS idoso. Ou do agricultor que recebia a Renda Mensal Vitalícia, que veio a ser transformando em LOAS.</p>
<p>No começo do texto eu comentei que tivemos um caso muito interessante no escritório, e vou falar um pouco sobre ele.</p>
<p>A mãe da pessoa para quem estávamos pedindo a pensão recebia <strong>Renda Mensal Vitalícia por Idade</strong> desde 1995. E esse benefício, hoje já extinto, era regulamentado pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6179.htm">Lei nº 6.179/74.</a> Essa renda era um amparo da Previdêncial Social (e não da Assistência Social, como é o LOAS). Era um amparo vinculado ao <strong>FUNRURAL</strong>, e <strong>concedido exclusivamente para agricultores.</strong></p>
<p>Com a extinção desse benefício, muitos que recebiam essa renda mensal  tiveram seus benefícios convertidos em LOAS em alguns sistemas do INSS. Por conta disso, diversos pedidos de pensão por morte foram negados.</p>
<p>Mas o grande detalhe nesse processo foi: o INSS reconheceu o trabalho da mãe do autor como quando concedeu a renda mensal vitalícia! Isso porque esse beneficio exigia o exercício de atividade rural por, no mínimo, 5 (cinco) anos.</p>
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<p>Ou seja, <strong>o direito de receber a pensão por morte vem do fato de a pessoa ter algum direito previdenciário</strong>, e conseguir comprovar isso!</p>
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<h3>E como posso provar que a pessoa tinha direito a benefício previdenciário?</h3>
<p>Para isso, é importante analisar como era a situação antes de a pessoa receber o LOAS. Se ela trabalhava ou se contribuía para o INSS, enfim, se possuía direito a um benefício previdenciário.</p>
<p>Outra dica que eu dou sempre: procure uma advogada de sua confiança! Antes de pedir qualquer benefício no INSS, é super importante consultar uma profissional especialista no assunto!</p>
<p>Quer saber mais? Então<a href="https://dmprev.com.br/quillforms/consulta-online/"><strong> clique aqui </strong></a>para agendar uma consulta jurídica e tirar suas dúvidas!</p>
<p>Também temos um <a href="http://https://www.youtube.com/watch?v=gN5FaJDt2KI&amp;t=21s">vídeo</a> que está no canal do DMprev no YouTube, no qual a gente explica um pouco mais sobre esse caso!</p>
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